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	<title>Diário de Códigos &#187; Série Oracle</title>
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	<description>Codigos Fonte, Artigos e Dicas</description>
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		<item>
		<title>Arquitetura do Oracle Database &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/01/serie-oracle-arquitetura-do-oracle-database-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 05:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Série Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura do Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos começar uma série sobre um dos maiores banco de dados no mercado, o Oracle Database. Nesta primeira parte, &#8220;Arquitetura do Banco de Dados&#8221; veremos os principais componentes que formam a estrutura física do banco de dados&#8230;.. Durante a série iremos sempre nos referenciar à versão 10g, salvando exceções onde avisaremos antes que estamos nos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/10/Oracle-IMG-Small.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-500" style="margin: 1px; border: 1px solid black;" title="Oracle Small" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/10/Oracle-IMG-Small.jpg" alt="" width="71" height="120" /></a> Vamos começar uma série sobre um dos maiores banco de dados no mercado, o Oracle Database.</p>
<p>Nesta primeira parte, &#8220;<strong>Arquitetura do Banco de Dados</strong>&#8221; veremos os principais componentes que formam a <strong>estrutura física</strong> do banco de dados&#8230;..</p>
<p>Durante a série iremos sempre nos referenciar à versão <strong>10g,</strong> salvando exceções onde avisaremos antes que estamos nos referenciado a uma outra versão do banco de dados.<span id="more-819"></span></p>
<h2><strong><span style="color: #0000ff;">1 &#8211; Introdução</span></strong></h2>
<p>O que significa esse &#8220;<strong>g</strong>&#8220; <strong>?</strong> (Oracle Database 10g)<br />
Essa é a pergunta mais famosa para quem está chegando nesse novo mundo! Bem.. esse &#8220;<em>g</em>&#8221; significa &#8220;<strong>Grid</strong>&#8221; ou traduzindo ao pé da letra seria &#8220;Grade&#8221;.<br />
Não vou dar prosseguimento aqui nesse post  sobre o assunto de <em>Computação em Grid </em>e como o Oracle funciona em grid. isso ficará para outro post&#8230;&#8230;. por enquanto iremos apenas entender a <strong>estrutura lógica e física</strong>.</p>
<h2><strong><span style="color: #0000ff;">2 &#8211; Introdução a <span style="text-decoration: underline;">Estrutura Física</span> do Banco de Dados</span></strong></h2>
<p>Falaremos aqui (<em>parte 1</em>) e na <em>&#8220;parte 2&#8243;</em> sobre os principais componentes que formam a estrutura física do <strong>Oracle Database, </strong>e ao percorrer da série nos aprofundaremos em cada um desses componentes físicos e lógicos.</p>
<div id="recuoOracle" style="margin-left: 25px;">
<h3><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><strong>2.1</strong></span> &#8211; </span><strong><span style="text-decoration: underline;">Datafiles</span><br />
</strong></h3>
<p>Todo Oracle Database tem um ou mais <strong>Datafiles</strong>, eles contém todos os dados do Banco de Dados (então pode ter certeza que você terá vários dele!).<br />
Os dados da estrutura lógica do database, como tabela e índices, são armazenados fisicamente no disco como <strong>Datafiles</strong>.</p>
<p><em><strong>Características:</strong></em></p>
<ul>
<li>Os <strong>Datafiles</strong> só podem ser associados somente a um banco de dados.</li>
<li><strong>Datafiles</strong> podem ter determinadas características definidas para deixá-los estender automaticamente quando o banco de dados é executado fora do espaço.</li>
<li>Um ou mais <strong>Datafiles</strong> formam uma unidade lógica de armazenamento do banco de dados chamado <strong>Tablespace </strong>(veremos mais a frente o que é)</li>
</ul>
<p>Dados dentro de um <strong>Datafile</strong> é lido, conforme necessário, durante operações do banco de dados do qual é armazenado em um cache de memória do Oracle. Por exemplo, vamos supor que o usuário que acessar alguns dados dentro de uma tabela do banco de dados, se o dado requisitado não estiver pronto no cache do database, então esse dado é lido do <strong>datafiles</strong> apropriado e armazenado na memória.</p>
<p>Quando modificado ou inserido novos dados eles não são necessariamente escrito imediatamente nos <strong>datafiles</strong>. Para reduzir a quantidade de acesso ao disco e o aumento de performance, os dados são primeiramente armazenados na memória e escrito ao seus apropriados <strong>datafiles</strong> depois tudo de uma vez só. Esse processo funciona como foi determinado pelo &#8220;database writer process&#8221; (DBWn) que é um processo background do banco de dados.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><strong>2.2</strong></span> -<strong> Control Files</strong></span></h3>
<p>Todo database Oracle tem um <strong>control file</strong>. O <strong>control file</strong> contém entradas que são especificadas na estrutura física do banco de dados. Ele contém as seguintes informações:</p>
<ul>
<li>Nome do Banco de Dados</li>
<li>Nomes e locais de <strong>datafiles</strong> e <strong>redo log files</strong></li>
<li><strong>Time stamp</strong> do database</li>
</ul>
<p>Oracle pode multiplexar o <strong>control file</strong>, para que eles mantenham simultaneamente um número de identificação de cópias, para a proteção contra falhas envolvidas no <strong>control file</strong>.</p>
<p>Oracle can multiplex the control file, that is, simultaneously maintain a number of identical control file copies, to protect against a failure involving the control file.</p>
<p>Toda vez que uma instância do banco de dados Oracle é iniciado, é o <strong>control file</strong> que identifica o <strong>database</strong> e o <strong>redo log files</strong> que devem ser abertos para que a operação de iniciar proceda. Se a composição física do banco de dados é alterado (por exemplo, se um novo <strong>datafile</strong> ou <strong>redo log file</strong> é criado), o <strong>control file</strong> é automaticamente modificado pelo Oracle refletindo as modificações ocorridas. O <strong>control file</strong> é também utilizado no <strong>recovery</strong> de um banco de dados.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #0000ff;">2.3</span></strong> -<strong> Redo Log Files</strong></span></h3>
<p>Todo banco de dados Oracle tem um conjunto de dois ou mais <strong>redo log files</strong>. O conjunto de <strong>redo log files</strong> é normalmente chamado apenas de <strong>redo log do banco de dados</strong>. O <strong>redo log</strong> é feito de entradas de <strong>redo</strong> (também conhecidas como <strong>redo records</strong>).</p>
<p>A função primária do <strong>redo log</strong> é gravar todas as modificações de dados. Se ocorre uma falha e digamos que os dados já estejam permanentemente escritos nos seus<strong> datafiles</strong>,as modificações podem ser obtidas do <strong>redo log</strong>, corrigindo a o problema. Por exemplo, você altera 1000 registros no banco de dados errôenamente, todas essas modificações estarão no <strong>redo log</strong>, você não perderá seus dados.</p>
<p>Para proteger falhas envolvendo o próprio <strong>redo log</strong>, Oracle permite miltiplexar <strong>redo log</strong> para duas ou mais cópias podendo assim ser mantidas em diferentes discos rígidos.</p>
<p>A informação dentro do <strong>redo log file</strong> é utilizada somente para recuperar o banco de dados de um sistema ou mídia de uma falha que impeça os dados do database sejam escritos nos seus <strong>datafiles</strong>. Por exemplo, se uma queda de luz desliga o servidor no meio de sua operação, e não deu tempo dos dados que estavam na memória de serem escritos nos <strong>datafiles</strong>, esses dados foram perdidos. Porém&#8230; esses dados perdidos podem ser recuperados quando o banco de dados é iniciado novamente após a volta da queda de energia. Ao aplicar as informações mais recentes contidas no <strong>redo log files</strong> aos <strong>datafiles</strong> do database, Oracle restaura o banco de dados para o momento que ocorreu a queda de energia.</p>
<p>O processo de aplicar o <strong>redo log</strong> durante a operação de recovery é chamada de <strong>rolling forward</strong>.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #0000ff;">2.4</span></strong> -<strong> Archive Log Files</strong></span></h3>
<p>Você pode habilitar arquivamento automático do <strong>redo log</strong>. O Oracle automaticamente arquiva arquivos de log quando o banco de dados está no modo <strong>ARCHIVELOG</strong> (isso será visto mais para frente no decorrer da série, por enquanto não se preocupe com isso por enquanto).</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #0000ff;">2.5</span> </strong>-<strong> Parameter Files</strong></span></h3>
<p><strong>Parameter files</strong> contém uma lista de parâmetros de configuração para a sua instância do banco de dados.</p>
<p>A Oracle recomenda que você crie um <strong>arquivo de parâmetro do servidor</strong>, conhecido como SPFILE (<strong>S</strong>erver <strong>P</strong>arameter <strong>File</strong>) como um meio de manter a dinâmica de inicialização do parâmetro. Um SPFILE permite que você armazene e gerencie seus parâmetros de inicialização em um arquivo no disco do servidor.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #0000ff;">2.6</span> </strong>-<strong> Alert e Trace Log Files</strong></span></h3>
<p>Cada servidor e processo de background pode escrever um associado <strong>trace file</strong>.Quando um erro interno é detectado pelo processo, ele despeja informações sobre o seu erro em um <strong>trace file</strong>. Algumas das informações escritas nos<strong> trace files</strong> são destinadas para adminstrados de banco de dados (DBA), enquanto outras informações são para o <strong>Serviço de Suporte Oracle </strong>(Oracle Support Services). Informações do <strong>trace file</strong> também são utilizadas para fazer tuning em aplicações e instâncias.</p>
<p>O <strong>alert file</strong>, ou <strong>alert log</strong>, é um <strong>trace file</strong> especial. O <strong>alert log</strong> do banco de dados é um<strong> log</strong> cronológico de mensagens e erros.</p>
<h3><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="color: #0000ff;">2.7</span> </strong>-<strong> Backup Files</strong></span></h3>
<p>Para restaurar um arquivo é necessário substitui-lo com um arquivo de backup. Geralmente, você restaura um arquivo quando tem erro no disco ou quando um erro causado pelo usuário (coisa difícil de acontecer) danifica ou deleta o arquivo original.</p>
<p><strong>Backup e Recovery</strong> gerenciado por usuário requer realmente que você crie os arquivos de backup antes de você poder recupera-los, fazendo tudo manualmente.</p>
<p><strong>Backup e Recovery</strong> gerenciado pelo servidor, através de processos de backup, como o <strong>scheduling of backups</strong>, e  como o <strong>recovery process</strong>, é aplicado para o correto <em>recovery</em> de acordo com os arquivos de backup necessário.
</div>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
Na segunda parte do artigo &#8220;<strong>Arquitetura do Oracle Database</strong>&#8221;  trataremos de ver a estrutura lógica do banco de dados. até lá&#8230;<br />
<strong><span style="color: #0000ff;">Observações:</span></strong></p>
<ol>
<li>No oracle quando nos referimos a <strong>INSTÂNCIA</strong> do database, estamos de uma forma comum nos referindo ao processo do próprio database. Seria como se referir ao daemon do MySQL em um servidor Linux.</li>
</ol>
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