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	<title>Diário de Códigos &#187; Linux</title>
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	<description>Codigos Fonte, Artigos e Dicas</description>
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		<title>svn update path/ + svn+ssh://hosts</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 23:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica rápida: svn update com repositório remoto através do protocolo svn+ssh Normalmente eu utilizo o eclipse (com subversive e connector svnkit) para acessar meus repositórios svn, normalmente meus repositórios utilizam protocolos tunelados pelo ssh (svn+ssh://) e o eclipse sempre tomo conta disso de forma linda e maravilhosa com alguns cliques, porém um dia chega e]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dica rápida: <strong><em>svn update</em></strong> com repositório remoto através do protocolo <strong>svn+ssh</strong></p>
<p>Normalmente eu utilizo o eclipse (com subversive e connector svnkit) para acessar meus repositórios svn, normalmente meus repositórios utilizam protocolos tunelados pelo ssh (svn+ssh://) e o eclipse sempre tomo conta disso de forma linda e maravilhosa com alguns cliques, porém um dia chega e eu realmente tenho que utilizar o svn no shell do linux por conta de um servido, mas só isso não é o problema.. o problema é o update pelo svn+ssh com uma autenticação falha.<span id="more-1114"></span></p>
<p>Bem&#8230; sem mistérios, com frequencia eu custumo utilizar chaves rsa (ou dsa) para autenticação nesses casos, para não ficar colocando a senha a cada commit, update, delete e etc. etc. etc. então fiz o mesmo para o svn que eu iria utilizar no servidor, cirei um chave, para quem não conhece vou resumir:</p>
<p>você cria uma chave digitando &#8220;<em><strong>ssh-keygen</strong></em>&#8221; e em &#8220;<strong>~/.ssh</strong>&#8221; você terá duas chaves &#8220;<strong>id_rsa</strong>&#8221; e &#8220;<strong>id_rsa.pub</strong>&#8220;, você copia a chave &#8220;<strong>id_rsa.pub</strong>&#8221; para o servidor remoto no diretório &#8220;<strong>~/.ssh/authorized_keys</strong>&#8221; (caso o arquivo nao exista crie, ou se existir copie apenas a chave para dentro dele adicionado-o uma linha).</p>
<p>bem com as chaves ok basta digitar &#8220;<em><strong>ssh user@host</strong></em>&#8221; e você estará logado sem pedir senha (a não ser que vc tenha utilizado uma para criar as chaves), então eu faço o checkout:</p>
<pre class="brush: plain;">
svn checkout svn+ssh://user@host/path/to/repo
</pre>
<p>Show de bola, agora o problema vem com o &#8220;<em><strong>svn update</strong></em>&#8220;, quando eu tentava dar um update eu tinha o seguinte problea:</p>
<pre class="brush: plain;">
svn update localcopy/
&lt;strong&gt;LOCALUSER&lt;/strong&gt;@host's password: _
</pre>
<p>Mas como ele ta pedindo a senha? eu tinha configurado as chaves? É&#8230; aí que mora o perigo, o svn update busco a informações do repositório e tento fazer o update, mas o infeliz tenta se logar com o usuário local, não sei porque. Lendo a documentação do svn update (<a href="http://svnbook.red-bean.com/en/1.4/svn-book.html#svn.ref.svn.c.update" target="_blank">http://svnbook.red-bean.com/en/1.4/svn-book.html#svn.ref.svn.c.update</a>) eu vi o parâmetro &#8211;username, que em fim não funciona no nosso caso ele é somente para o usuário do repositório e o login nesse caso é do ssh (que também é o do repositório quando estamos utilizando o protocolo ssh) então depois de uma pesquisa rápida achei a solução aqui: <a href="http://www.linuxfromscratch.org/blfs/edguide/chapter02.html" target="_blank">http://www.linuxfromscratch.org/blfs/edguide/chapter02.html</a></p>
<p>Bem.. ele cria um arquivo de config no <strong>~/.ssh</strong> que diz ao ssh para quando for requisitar uma conexão ao <strong>Host X</strong> fornecer<strong> como padrão o usuário X ao invés de utilizar o usuário logado no sistema</strong> como padrão e no final indica que para aquele host temos chaves RSA, concluindo:</p>
<p>Cria o arquivo &#8220;<strong>config</strong>&#8221; dentro de  <strong>~/.ssh</strong> com o seguinte conteúdo:</p>
<pre class="brush: plain;">
Host diariodecodigos.info
User meu-usuario-remoto
RhostsRSAAuthentication yes
</pre>
<p>P.S: procurando pela internet também achei esses dois links, que teoricamente resolveriam meu problema, porém não resolveram:<br />
<a href="http://svn.haxx.se/users/archive-2007-09/0802.shtml" target="_blank"> http://svn.haxx.se/users/archive-2007-09/0802.shtml</a><br />
<a href="http://www.svnforum.org/threads/34191-svn-update-svn-ssh-problem-Skipped" target="_blank"> http://www.svnforum.org/threads/34191-svn-update-svn-ssh-problem-Skipped</a></p>
<p>Abraços&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Downgrade PHP no Ubuntu 10.4 Lucid</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/06/downgrade-php-no-ubuntu-10-4-lucid/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2010/06/downgrade-php-no-ubuntu-10-4-lucid/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 13:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente tive problemas estranhos com o Drupal em servidores com o novo Ubuntu, quando fui ver vários módulos (inclusive o Menu Administrator) não estavam preparados para a nova versão do php, solução? fazer downgrade, vamos lá. adicione o repositório do karmic como opcional sed s/lucid/karmic/g /etc/apt/sources.list &#124; tee /etc/apt/sources.list.d/karmic.list agora execute o &#8216;apt-get update&#8217; para]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-333" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 2px; margin-right: 2px;" title="PHP" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/08/php-logo.jpg" alt="" width="80" height="62" />Recentemente tive problemas estranhos com o Drupal em servidores com o novo Ubuntu, quando fui ver vários módulos (inclusive o <em>Menu Administrator</em>) não estavam preparados para a nova versão do <strong>php</strong>, solução? fazer downgrade, vamos lá.<span id="more-967"></span></p>
<ol>
<li>adicione o repositório do karmic como opcional
<pre class="brush: bash;">sed s/lucid/karmic/g /etc/apt/sources.list | tee /etc/apt/sources.list.d/karmic.list</pre>
</li>
<li>agora execute o &#8216;apt-get update&#8217; para ele fazer uma leitura no novo repositório adicionado</li>
<li> Adicione um arquivo priorizando certos pacotes do php no diretório &#8216;<strong>/etc/apt/preferences.d/&#8217;</strong> segue em anexo no final desse tutorial um arquivo exemplo com alguns pacotes do php5 básicos</li>
<li>Caso você queira instalar algum outro pacote do php, adicione uma entrada dele antes no arquivo &#8216;php&#8217; do diretório dito acima, dizendo ao sistema que a versão a ser baixada vai vim do repositório do karmic e não do lucid</li>
</ol>
<h2><span style="color: #0000ff;">Dica:</span></h2>
<p>Caso você já tenha pacotes do php instalado, você pode utilizar o script a baixo para ele remover estes pacotes, adicionar a entrada deles no preferences.d e <strong>reinstalá-los</strong> com a antiga versão:</p>
<pre class="brush: bash;">
#!/bin/sh

# Script to install PHP 5.2 from 9.10 on 10.04
# And pin it so it does not get updated

PKGS=`dpkg -l | grep php | awk '{print $2}'`

apt-get remove $PKGS

sed s/lucid/karmic/g /etc/apt/sources.list |
  tee /etc/apt/sources.list.d/karmic.list

mkdir -p /etc/apt/preferences.d/

for PACKAGE in $PKGS
do
  echo &quot;Package: $PACKAGE
Pin: release a=karmic
Pin-Priority: 991
&quot; | tee -a /etc/apt/preferences.d/php
done

apt-get update

apt-get install $PKGS
</pre>
<h2><span style="color: #0000ff;">Anexos:</span></h2>
<p><a href="http://diariodecodigos.info/alexandre/downgrade/php" target="_blank">http://diariodecodigos.info/alexandre/downgrade/php</a></p>
<p style="text-align: right;">Fonte:<br />
<a href="http://2bits.com/drupal-planet/various-ways-running-php-52-ubuntu-1004-lucid-lynx.html">http://2bits.com/drupal-planet/various-ways-running-php-52-ubuntu-1004-lucid-lynx.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Introdução ao Grub2</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/04/introducao-ao-grub2/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2010/04/introducao-ao-grub2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 18:28:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Grub2]]></category>

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		<description><![CDATA[Entendendo o Grub2 Esse boot loader é novo (já a algum tempinho rs) mas ainda não tinha lido sobre  ele&#8230; Neste post irei dar uma pequena introdução para se ambientar com ele, principalmente para quem está acustumado com o antigo&#8230;. - Introdução O Grub2 segundo o que eu tenho lido, foi reescrito do zero, porque]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Entendendo o Grub2</h1>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-947" title="grub" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/04/grub.gif" alt="" width="150" height="75" />Esse boot loader é novo (já a algum tempinho rs) mas ainda não tinha lido sobre  ele&#8230; Neste post irei dar uma pequena introdução para se ambientar com ele, principalmente para quem está acustumado com o antigo&#8230;.</div>
<p><span id="more-946"></span>- </p>
<h2><span style="color: #0000ff;">Introdução</span></h2>
<p>O Grub2 segundo o que eu tenho lido, foi reescrito do zero, porque a arquitetura do antigo Grub já estava legada de mais para permitir tamanho flexibilidade e performance que os novos sistemas estão requerendo&#8230;</p>
<div>Vale lembrar que o Grub2 na verdade é a versão 1.96 para cima, o antigo grub é a versão 0.97, para verificar qual é a versão utilizada pelo seu sistema execute: &#8220;grub-install -v&#8221;</div>
<h2><span style="color: #0000ff;">- Melhorias</span></h2>
<ul>
<li>Suporte a inclusão de scripts com declarações condicionais e funções</li>
<li>Carregamento dinâmico de módulo</li>
<li>Rescue Mode (modo de recupeação)</li>
<li>Menus Personalizados</li>
<li>Temas</li>
<li>Suporte Gráfico ao menu de boot e melhoria no splash</li>
<li>Boot de LiveCD ISO diretamente do HD</li>
<li>Nova estrutura de arquivos de configuração</li>
</ul>
<h2><span style="color: #0000ff;">- GRUB vs GRUB2</span></h2>
<ul>
<li>Pressione a tecla SHIFT para mostrar o menu durante o boot (antigamente era utilizado a tecla ESC)</li>
<li>Não existe mais o /boot/grub/menu.lst ele foi substituido pelo /boot/grub/grub.cfg</li>
<li>Não há &#8220;/find boot/grub/stage1&#8243; no prompt do grub. Stage 1.5 foi eliminado.</li>
<li>O arquivo do menu principal, /boot/grub/grub.cfg, não é editável, mesmo pelo root.</li>
<li>grub.cfg pode ser sobrescrito a qualquer momento, por exemplo quando o kernel é adicionado ou removido, ou algum usuário executa o comando &#8216;update-grub&#8217;</li>
<li>O usuário pode usar um arquivo personalizado, /etc/grub.d/40_custom, do qual o usuário pode colocar suas próprias entradas. Esse arquivo não será sobrescrito.</li>
<li>O arquivo de configuração principal para fazer modificações nas configurações de visualização do menu é /etc/default/grub (por exemplo o tempo de espera)</li>
<li>Existem multiplos arquivos de configuração do menu &#8211; /etc/default/grub como mencionado acima e todos os arquivos dentro do /etc/grub.d/</li>
<li>A numeração das partições foram modificadas. A primeira partição agora é 1 ao invés de 0. O primeiro dispositivo ainda é 0.</li>
<li>Busca automática por outros sistemas operacionais, como o Windows, sempre que o &#8216;update-grub&#8217; é executado</li>
<li>Nenhuma modificação nos arquivos de configurações terão efeitos antes da execução do comando update-grub.</li>
</ul>
<h2><span style="color: #0000ff;">- Estrutura de Arquivos</span></h2>
<div>A estrutura de arquivos do GRUB2 foi totalmente revisada. O &#8216;menu.lst&#8217; do GRUB antigo não está mais disponível.</div>
<div>Para identificar aonde seu Grub2 está instalado (isso é bastante útil em servidores onde você tem vários discos), utilize os seguintes comandos:</div>
<div>&#8211;&gt; sudo grub-probe -t device /boot/grub (para obter o dispositivo, exemplo &#8216;/dev/sda2&#8242;)</div>
<div>&#8211;&gt; sudo grub-probe -t fs_uuid /boot/grub (para obter o UUID, exemplo &#8216;c1b8a40b-94da-4745-8619-725db8f11eef&#8217;)</div>
<div>Os principais diretórios e arquivos utilizados pelo Grub2 são:</div>
<div><span style="color: #0000ff;"><strong>&#8220;/boot/grub/grub.cfg&#8221;</strong></span></div>
<div>Esse é o arquivo mais mais se assemelha com o &#8216;menu.lst&#8217;. Este arquivo contém informações sobre o menu do Grub2 mas diferentemente do &#8216;menu.lst&#8217; o &#8216;grub.cfg&#8217; não pode ser editado.</div>
<ul>
<li>Cada seção é claramente delimitada com &#8220;(### BEGIN)&#8221; e referencia o arquivo dentro do diretório &#8220;/etc/grub.d&#8221; a partir do qual as informações foram geradas.</li>
<li>grub.cfg é atualizado quando o comando update-grub é executado como root. O comando update-grub é sinônimo para &#8220;sudo grub-mkconfig -o /boot/grub/grub.cfg&#8221;.</li>
<li>Por padrão, sempre que o &#8216;update-grub&#8217; é executado, esse arquivo é feito como somente leitura (read-only). Isto segue de acordo com intenção de que o arquivo não deve ser editado manualmente.</li>
</ul>
<div>você também vai perceber que existe um monte de arquivos com a extensão *.mod dentro do diretório /boot/grub. Esses arquivos refletem a natureza modular do GRUB2 e são carregados  de acordo com a necessidade do bootloader.</div>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>&#8220;/etc/default/grub&#8221;</strong></span></p>
<div>Este arquivo de configuração contém informações antigamente contidas na parte superior do legado menu.lst e itens contidos no final da linha do kernel. Este arquivo pode ser editado por usuários (claro como root) e são incorporadas dentro do grub.cfg quando atualizado.</div>
<div><span style="color: #0000ff;"><strong>&#8220;/etc/grub.d&#8221; (diretório)</strong></span></div>
<ul>
<li>Os arquivos dentro desse diretório são lidos durante a executação do comando &#8216;update-grub&#8217; e suas instruções são incorporadas dentro do /boot/grub/grub.cfg</li>
<li>A localização dos itens do menu do grub.cfg são determinados pela ordem da qual os arquivos desse diretório são executados. Arquivos levando numerais são executados primeiros, iniciando do menor número. &#8217;10_linux&#8217; é executado antes de &#8217;20_memtest&#8217;, do qual é executado antes do &#8217;40_custom&#8217;. Arquivos exsitentes com nomes alfabéticos são executados após os arquivos com nomes numerais.</li>
<li>Entradas personalizadas podem ser adicionadas no arquivo &#8217;40_custom&#8217; ou em um novo arquivo criado. Baseado no seu nome, a entrada &#8217;40_custom&#8217; por padrão aparece no fundo do menu.</li>
<li>Somente arquivos executáveis geram saída ao &#8216;grub.cfg&#8217; durante a execução do &#8216;update-grub&#8217;.</li>
<li>Os arquivos padrões desse diretório são:
<ul>
<li><strong>00_header</strong> -&gt; Configura a aparência inicial dos itens, como o modo gráfio, seleção padrão, timeout, etc. Essas configurações são normalmente importadas de informações do /etc/default/grub. Usuários normalmente não precisam fazer modificações nesse arquivo</li>
<li><strong>05_debian_theme</strong> -&gt; As configurações deste arquivo são responsáveis pelo &#8216;splash image&#8217;, cor do texto, &#8216;selection highlighting&#8217; e temas. Na ausência de um &#8216;splash image&#8217;, esse arquivo configura um tema monocromático para o menu inicial. Como configurar a renderização das fonts e splash images serão discutidas no próximo post.</li>
<li><strong>10_hurd</strong> -&gt; Localiza kernel Hurds.</li>
<li><strong>10_linux</strong> -&gt; localiza kernel Linux no dispositivo root para o sistema operacional usado atualmente. Ele pega as informações e estabelece o nome a ser mostrado no menu.</li>
<li><strong>20_memtest86+</strong> -&gt; Procura por /boot/memtest86+.bin e inclui ele como opção no menu do boot. Não há atualmente nenhuma opção de linha para remover essa entrada do menu. A exibição do &#8216;memtest86+&#8217; pode ser inibida pela remoção da permissão de execução do arquivo: &#8216;chmod -x /etc/grub.d/20_memtest86+&#8217; e logo em seguinda um &#8216;update-grub&#8217;</li>
<li><strong>30_os-prober</strong> -&gt; Esse procura por Linux e outros sistemas operacionais. Os resultados são colocados em grub.cfg baseado no script desse arquivo. O arquivo é dividido em 4 seções, representando os tipos de sistema operacional manipulados pelo script: Windows, Linux, OSX e Hurd. Variáveis neste arquivo determina o formato de visualização dos nomes no /boot/grub/grub.cfg e no menu do Grub2. Usuários familiarizados com scripts básicos podem alterar essas variáveis para mudar o nome apresentado no menu.</li>
<li><strong>40_custom</strong> -&gt; Um template para adicionar entradas no menu personalizados da qual vai ser inserido no &#8216;grub.cfg&#8217; na execução do comando &#8216;update-grub2&#8242;. O conteúdo deste arquivo, a baixo da linha &#8220;exec tail -n +3 $0&#8243; e os comentários padrão, são importados diretamente dentro do /boot/grub/grub.cfg sem qualquer modificação.</li>
<li>Arquivos deste diretório devem ter permissão de execução para serem usados pelo update-grub. Arquivos que não tem permissão de execução são ignorados. Para dar permissão de execução, execute &#8220;chmor +c /etc/grub.d/diretorio/nomeDoArquivo&#8221; como root.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h2><span style="color: #0000ff;">- Configuração do Grub2</span></h2>
<p>Modificações nas configurações são normalmente feitas no /etc/default/grub e nos arquivos localizados em &#8216;/etc/grub.d&#8217;. O arquivo /boot/grub/grub.cfg não deve ser editador por nenhum usuário, modificações neste arquivo são realizados pelos scripts de configuração.</p>
<p>Algmas das modificações mais realizadas, como definir o Kernel padrão e o timeout do menu, podem ser modificadas por um aplicativo com interface gráfica chamado de &#8220;StartUp-Manager&#8221;, para maiores informações de uma lida no https://help.ubuntu.com/community/StartUpManager</p>
<p><strong>/etc/default/grub (arquivo)</strong></p>
<ul>
<li>Este é o arquivo de configuração principal para modificar os valores padrão. Após a instalação, as seguintes linhas estão disponíveis para alteração:
<ul>
<li><strong>GRUB_DEFAULT</strong> &#8211; Configura o menu padrão.
<ul>
<li><strong>GRUB_DEFAULT=0</strong> Configura a opção padrão do menu. A primeira opção de entrada no menu é o item 0 do &#8216;grub.cfg&#8217;, o segundo é 1 e etc.</li>
<li><strong>GRUB_DEFAULT=&#8221;xxxx&#8221;</strong> O nome exato de uma opção do menu, Exemplo: &#8220;GRUB_DEFAULT=&#8221;Ubuntu, Linux 2.6.31-9-generic&#8221;</li>
<li><strong>GRUB_TIMEOUT=10</strong> Configura o tempo de espera que o menu vai ser apresentado antes da ecolha default ser &#8220;bootada&#8221;</li>
<li><strong>#GRUB_GFXMODE=640&#215;480</strong> Você pode remover a tralha da frente para ativar essa entrada&#8230;. Essa opção configura a resolução do menu gráfico. A resolução aqui colocada deve ser suportada pela placa de vídeo (ex. 640&#215;480, 800&#215;600, 1280&#215;1024 etc). A resolução aqui configurada se aplica somente ao Grub2 e não a todo o sistema&#8230;. Dica: Configure a resolução do Grub2 para a mesma do seu sistema operacional, isso ajuda a diminuir o tempo da inicialização do sistema.<br />
- Mesmo não requirido, o usuário pode dizer a profundidade de cores, como por exemplo: 1280x1024x24 ou 640x480x32<br />
- Você pode também definir multiplas resoluções, se o Grub2 não conseguir utilizar a primeira entrada, ele vai tentar usar a próxima. As configurações são separadas por uma virgula, exemplo: 1280x1024x16, 800x600x24, 640&#215;480<br />
- Se for utilizado um &#8216;splash image&#8217;, tenha certeza que a resolução e o tamanho do splash image são compatíveis<br />
- Se a linha de configuração da resolução é comentada (#) ou a resolução não estiver disponível o GRUB2 usa a configuração padrão determinada pelo arquivo /etc/grub.d/00_header</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Por enquanto é só, no próximo post falaremos sobre como adicionar entradas ao menu e configurar temas.. boa sorte!</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: https://help.ubuntu.com/community/Grub2</p>
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		<item>
		<title>Dica: Eclipse PDT + Webmin</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/04/dica-eclipse-pdt-webmin/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 00:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodecodigos.info/?p=937</guid>
		<description><![CDATA[Problema com a porta 10000 ao instalar o Webmin? Problema fora do normal, mas eu tive, um aplicativo estava sendo impedido de ser instalado porque outro app estava utilizando sua porta. Para quem não conhece o webmin é um excelente app para o gerenciamento do sistema Linux, como um &#8220;Painel de Controle&#8221; avançado com interface]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problema com a porta 10000 ao instalar o Webmin?</p>
<p>Problema fora do normal, mas eu tive, um aplicativo estava sendo impedido de ser instalado porque outro app estava utilizando sua porta.<span id="more-937"></span></p>
<p>Para quem não conhece o <strong><a href="http://www.webmin.com/">webmin</a></strong> é um excelente app para o gerenciamento do sistema Linux, como um &#8220;Painel de Controle&#8221; avançado com interface web, eu conheci ele no Conectiva (que saudades&#8230;) e até hoje utilizo seja no desktop e principalmente nos servidores.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/04/webmin.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-938" style="border: 1px solid black;" title="webmin" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/04/webmin.png" alt="" width="515" height="359" /></a></p>
<p>Você pode simplesmente trocar a porta do webmin, mas eu queria muito saber qual app estava utilizando a porta 10000, e para isso descobri um comando muito útil que já era para eu conhecer mas ninguém havia me apresentado, O &#8220;fuser&#8221;.</p>
<p>O comando &#8220;fuser&#8221; descobre o PID de um processo que está utilizando um arquivo ou um socket, a sintax para descobrir o processo de uma determinada porta é:</p>
<pre class="brush: bash;">
# fuser -n tcp 1000
10000/tcp:            2164
</pre>
<p>com isso é retornado o PID, agora basta descobrir o processo</p>
<pre class="brush: bash;">
# ps aux | grep 2164
</pre>
<p>para a minha surpresa o problema era o eclipse! Oo</p>
<p>após procurar um pouco fiquei sabendo que o Zend Debug utiliza a porta 10000 também, ai o problema agora é simples, trocar a porta do Zend Debug ou desabilitar o mesmo se você não o utiliza.</p>
<p>boa sorte.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Review Ubuntu 10.4 Beta1</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/03/review-ubuntu-10-4-beta1/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 22:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[É galera, realmente eu nunca gostei do ubuntu, achava o desempenho horrível e aquela interface de marrom cocô feia de mais, mas hoje, domingão nada para fazer fui testar o novo ubuntu 10.4, e&#8230; surpresa! fiquei bastante impressionado: A instalação continua a mesma coisa, bem rápida e simples por sinal. A maior diferença que eu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É galera, realmente eu nunca gostei do ubuntu, achava o desempenho horrível e aquela interface de marrom cocô feia de mais, mas hoje, domingão nada para fazer fui testar o novo ubuntu 10.4, e&#8230; surpresa! fiquei bastante impressionado:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-925" style="border: 1px solid black;" title="Ubuntu" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot.png" alt="" width="768" height="614" /></a></p>
<p><span id="more-924"></span>A <strong>instalação</strong> continua a mesma coisa, bem rápida e simples por sinal.</p>
<p>A maior diferença que eu senti de cara foi realmente na <strong>interface</strong>, fico simplesmente excelente! gostei muito</p>
<p>Uma segunda diferença que senti foi a falta do <strong>gimp</strong>, não sei se vinha nas versões anteriores, mas nessa nova não veio.</p>
<p>Em questão de ﻿﻿﻿acessibilidade o <strong>projeto Orca</strong> realmente saio, agora temos um <strong>onboad</strong> (teclado virtual)</p>
<p>O <strong>firefox</strong> é a versão 3.6 mesmo e o buscador do <strong>yahoo</strong> como default me irrita.</p>
<p><strong>GParted</strong> vem instalado por default, isso é legal e útil.</p>
<p>- <strong>Ubuntu One</strong></p>
<p>Esse foi um dos recursos mais legais que experimentei, ainda está em fase beta mas é bastante promissor, é como o DropBox, você pode armazenar seus arquivos nas núvens, e se você estiver em qualquer outro computador, você pode acessar o one.ubuntu.com e fazer o upload de qualquer arquivo lá, ao chegar em casa e ligar seu PC você terá esse arquivo na sua pasta home.</p>
<p>O problema é que como é beta ainda está com alguns bugs, mas nada fora do normal. Só senti falta de uma integração com o Nautilius, por exemplo um botão &#8220;sincronizar&#8221; para poder assim que colocar os arquivos lá jogá-los para a núvem&#8230;</p>
<p>- <strong>Empathy e Gwibber</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot1.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-929" style="border: 1px solid black;" title="Screenshot" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot1.png" alt="" width="768" height="614" /></a></p>
<p>Posso falar que esses dois aplicativos me deixaram bastante contente e olha que eu não sou fãn de redes sociais&#8230; mas gostei de usar o twitter no meu desktop com uma interface diferente e o gtalk ao lado com o Empathy fico muito bom.</p>
<p><strong>Driver de vídeo </strong><strong>ATI</strong>. Bem nesse quesito eu vi que ao acessar o &#8220;<em>hardware drivers</em>&#8221; ele não me disponibilizou o driver proprietario da ATI para instalação, presumo que seja algum open-source, porém não fiquei satisfeito com os resultados do &#8220;glxgears&#8221; não, no Arch Linux eu chegava com a minha antiga HD 2400 PRO a mais de 10.000 fps com o ubuntu não passo de 6.000</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot-1.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-930" style="border: 1px solid black;" title="Screenshot-1" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Screenshot-1.png" alt="" width="768" height="614" /></a></p>
<p>O grub, continua o mesmo, eu ainda não sei mecher nessa nova versão sem o &#8220;menu.lst&#8221;</p>
<p>Bem.. esse foi uma rápida análise sobre o novo ubuntu ainda na versão beta, posso dizer que de restante parece estar tudo igual, está bem mais interessante de se usar esse SO e acho que vou continuar usando ele por um tempo&#8230;</p>
<p>Abraços&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Instalação, Pós Instalação e Configuração do Arch Linux</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2010/03/instalacao-pos-instalacao-e-configuracao-do-arch-linux/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2010/03/instalacao-pos-instalacao-e-configuracao-do-arch-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Arch Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Instalação e Pós-Instalação do Arch Linux]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Archlinux.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-901" style="margin: 2px; border: 1px solid black;" title="Archlinux" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/Archlinux.jpg" alt="" width="180" height="180" /></a>Nos últimos dias, eu estava utilizando muito windows, e senti saudades de um Linux no meu Desktop.</p>
<p>Como primeira opção, fui tentar utilizar o ubuntu, é rápido, já vem tudo configurado e etc. Porém o rápido saiu demorado. Achei o desempenho horrível no desktop, e por fim ele do nada não quis mais iniciar, parecia ter dado merda no sistema de arquivos.</p>
<p>Essa história do Ubuntu sempre se repete comigo, sempre tento utilizá-lo, por ser famoso e fácil  mas NUNCA consigo, ele sempre me irrita (e por sinal o GRUB novo está muito chato).</p>
<p>Como toda história repetida resolvi novamente instalar a distribuição que para mim é de um ponto de vista geral uma junção do Slackware e Gentoo, ou seja, ela pega o melhor dos dois mundos! É simplesmente fascinante e para desktop eu não abro mão dela! <strong>O foco de post é fazer um guia rápido para você ter um desktop com Arch Linux funcional assim como você encontraria no Ubuntu, mas vou dar uma rápida introdução à distro para quem não conhece, para quem já conhece pule para o item 2</strong>.<span id="more-900"></span></p>
<ul>
<li>
<h2><strong><span style="color: #3366ff;">1</span>- Introdução</strong></h2>
<p>Como dito a cima, ela junta o melhor dos dois mundos comparado ao Slackware e Gentoo.</p>
<p><strong>Slackware</strong> é uma excelente distribuição, simples e funcional&#8230; mas perde por não ter um gerenciador de pacotes.</p>
<p>O <strong>Gentoo</strong> é excelente, assim como o slackware e tem um gerenciador de pacote o <strong><em>PORTAGE</em></strong>, o problema é que você perde um bom tempo compilando todo o sistema.. apesar disso ser ótimo, e a comunidade é pequena..</p>
<p>O <strong>Arch Linux</strong> você tem um gerenciador de pacotes o famoso <strong><em>PACMAN</em></strong> e tem um sistema pós instalação que conta apenas com um shell, tendo que instalar todo o sistema assim como no Gentoo, mas você pode usar pacotes binários e a comunidade cresce a cada dia. A comunidade brasileira eu ainda acho muito fraquinha, porém.. a original é bastante ativa.</li>
<li>
<h2><strong><span style="color: #3366ff;">2</span>- Instalação e configuração</strong></h2>
<p>A instalação para quem é bem similar ao do slackware, para quem já instalou tanto o slackware ou o gentoo não terá dificuldade nenhuma.</p>
<ul>
<li>
<h3><span style="color: #3366ff;"><strong><span style="color: #333300;">2.1</span></strong></span><strong><span style="color: #3366ff;"><span style="color: #333300;">-</span> <span style="color: #0000ff;">Download do Live CD:</span></span></strong></h3>
<p>Você tem 2 opções, pegar a ISO e queimar um CD, ou pegar o IMG e jogar no pen-drive. Eu acho a segunda mais fácil, faça o download nesse link -&gt; <a href="http://www.archlinux.org/download/">http://www.archlinux.org/download/</a></li>
<li>
<h3><strong><span style="color: #333300;">2.2-</span><span style="color: #3366ff;"> <span style="color: #0000ff;">&#8220;queimando&#8221; um pen-driver:</span></span></strong></h3>
<p><strong> </strong><strong><span style="font-weight: normal;">Não irei falar sobre como queimar um CD ou como jogar o IMG do Live CD no pen-drive pelo próprio Linux (use o comando <em>DD</em>), mas irei falar como jogar o IMG no pen-drive pelo windows.</span></strong></p>
<ul><strong></p>
<li><strong><em><span style="color: #99ccff;">Passo 1</span></em></strong><span style="color: #3366ff;"> </span>- <span style="font-weight: normal;">Faça o download do </span><a href="http://shounen.ru/soft/flashnul/#download" target="_blank"><span style="font-weight: normal;">software &#8220;Flashul&#8221; aqui</span></a><span style="font-weight: normal;">. Descompacte-o e acesse com o DOS a pasta onde se encontra o executável </span><em><span style="font-weight: normal;">flashnul.exe</span></em></li>
<p></strong></p>
<li><strong><em><strong><span style="font-style: normal;"><span style="color: #99ccff;">Passo 2</span> -</span></strong><span style="font-weight: normal;"> </span></em><span style="font-weight: normal;"> Localize o número do seu pen-driver com o comando</span></strong><strong> &#8220;flashnul -p<span style="font-weight: normal;">&#8221; a saída deve ser similar a essa
<pre class="brush: plain;">
C:\&gt;flashnul -p

Avaible [sic] physical drives:
0       size = 200048565760 (186 Gb)
1       size = 400088457216 (372 Gb)
2       size = 400088457216 (372 Gb)
3       size = 4060086272 (3872 Mb)
</pre>
<p></span></strong>Nesse caso o número do meu pen é o 3, agora é só jogar o IMG para lá.</li>
<li><strong><em><span style="color: #99ccff;"> Passo 3</span> -</em></strong> Para copiar a img basta usar o comando:
<pre class="brush: bash;">
flashnul 3 -L path/to/arch/usb.img
</pre>
<p><strong><em>Obs:</em></strong> Eu não consegui utilizar o <em>flashnul</em> no <em>windows 7</em> apenas no XP, se esse for seu caso utilize o <a href="http://unetbootin.sourceforge.net/" target="_blank">Unetbootin</a> para jogar a ISO no pen-driver, nesse caso aconselho a ISO normal e não a IMG.</li>
</ul>
</li>
<li>
<h3><strong>2.3 -<span style="color: #0000ff;"> Instalando o Arch Linux</span></strong></h3>
<p>Não irei cobrir a instalação toda passo a passo, aconselho a <a href="http://wiki.archlinux.org/index.php/Official_Arch_Linux_Install_Guide" target="_blank">seguir o wiki</a>, mas vou resumir aqui os passos:<br />
<strong><span style="color: #ff0000;">1-</span></strong> Prepare o seu HD com o &#8216;<strong>cfdisk</strong>&#8216;<br />
<strong><span style="color: #ff0000;">2-</span></strong> Prepare a conexão com a internet, se você usa um cabo com DHCP, você pode fazer isso no próprio instalador, mas se está utilizando uma conexão wireless é preciso configurar no shell&#8230; se você utiliza uma conexão com criptografia <strong>WPA</strong> veja o item <span style="color: #0000ff;"><strong>4</strong></span><strong><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;"> &#8220;Observações&#8221;</span></span></strong><strong>.</strong><br />
<strong><span style="color: #ff0000;">3-</span></strong> Execute o instalador com o comando &#8216;<strong>/arch/setup</strong>&#8216;<br />
<strong><span style="color: #ff0000;">4-</span></strong> siga os passos no próprio instalador de cima para baixo, preste atenção na hora de configurar o sistema, ele hoje está muito mais automático, com essa última versão do instalador eu modifiquei o nome do <em>host</em> no arquivo<strong> rc.conf</strong> e automaticamente o arquivo<strong> hosts</strong> foi modificado. Mas é bom dar uma revisada em todos os arquivos.<br />
<strong><span style="color: #ff0000;">5-</span></strong> O arquivo <strong>rc.conf</strong> no passo &#8220;<a href="http://wiki.archlinux.org/index.php/Official_Arch_Linux_Install_Guide#Configure_System" target="_blank">Configure System</a>&#8221; é o arquivo de configuração que manda em tudo.<br />
<strong><span style="color: #ff0000;">6-</span></strong> Outro passo que merece destaque é a configuração do <strong>GRUB</strong>, é bem simples, mas é bom prestar atenção.</li>
<li>
<h3><strong>2.4 &#8211; <span style="color: #0000ff;">Pós Instalação </span></strong></h3>
<p>Agora você que você instalou, reiniciou e está no shell&#8230; ta na hora de instalar um gerenciador de janela. Para começar <strong><span style="color: #993366;">atualize o pacman</span></strong>.</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -Syu
</pre>
<p>Em seguida <strong><span style="color: #993366;">instale o X</span></strong></p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S xorg ttf-dejavu ttf-bitstream-vera ttf-ms-fonts
</pre>
<p>Agora você tem que instalar o driver da sua placa de vídeo&#8230; <strong><span style="color: #993366;">para nvidia</span></strong> (<a href="http://wiki.archlinux.org/index.php/Nvidia" target="_blank">aconselho visitar o wiki</a>):</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S nvidia nvidia-utils
</pre>
<p><strong><span style="color: #993366;">Para ATI</span></strong>, você tem <strong>3 drivers</strong>, o proprietário, o qual não aconselho de jeito nenhum a instalar, eu tentei e deu uma merda sinistra. O<strong> xf86-video-ati</strong> que é livre e qual eu aconselho e tem também o <strong>xf86-video-radeonhd</strong> que é criado pela <em>Novell</em>. Eu tenho uma <em>HD2400 PRO</em>, e o driver da novell fico um lixo, o xf86-video-ati funciono que é uma beleza.</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S xf86-video-ati
</pre>
<p>Caso você esteja utilizando alguma <span style="color: #993366;"><strong>outra placa de vídeo</strong></span>, <a href="http://www.archlinux.org/packages/?q=xf86-video" target="_blank">procure aqui </a>a sua e instale com o PACMAN.<br />
Agora vamos instalar a interface gráfica, eu gosto muito do <strong>Gnome</strong> e <strong>KDE</strong>, mas ultimamente estou utilizando o <strong>Gnome</strong> para instalar <a href="http://wiki.archlinux.org/index.php/Beginners'_Guide" target="_blank">outras interfaces veja aqui</a>.<br />
<strong><span style="color: #993366;">Instalando o Gnome</span></strong>:</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S gnome gnome-extra gamin
</pre>
<p>O &#8216;<strong>gamin</strong>&#8216; é o substituto do FAM (File Alteration Monitor) utilizando pelo Gnome e se não me engano pelo KDE.<br />
Eu instalo alguns <strong>temas</strong> que eu gosto muito:</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S gtk-engine-murrine murrine-themes-collection gtk-engines gtk-aurora-engine gtk-candido-engine gtk-rezlooks-engine
</pre>
<p>Agora você já deve ter tudo instalado mas se você for tentar iniciar o <strong>X</strong> você vai ter algum problema, primeiro precisamos iniciar o <strong>DBUS</strong> e o <strong>HAL</strong> (Hardware Abstrat Layer) para eles poderem detectar seu hardware tornando desnecessário a utilização do arquivo de configuração &#8216;xorg.conf&#8217;.</p>
<pre class="brush: bash;">
/etc/rc.d/dbus start
/etc/rc.d/hal start
</pre>
<p>Você pode iniciar somente o HAL que ele inicia o DBUS automaticamente, mas alguns usuários relatam erro e por redundância eu utilizo dessa maneira.<br />
Agora você pode tentar rodar o X usando o <strong>GDM</strong>:</p>
<pre class="brush: bash;">
/etc/rc.d/gdm start
</pre>
<p><strong><span style="color: #993366;">Instalar o som</span></strong>&#8230;</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S alsa alsa-utils alsa-oss
</pre>
<p><strong><span style="color: #993366;">configure o som</span></strong> e adicione o usuário normal que você deve ter criado (ou ñ) para o grupo de audio:</p>
<pre class="brush: bash;">
alsaconf
gpasswd -a USERNAME audio
alsamixer // para acessar a mesa de mixagem
alsactl store // para salvar as alterações do alsamixer, tem que ser executado com o root
</pre>
<p>Legal.. agora você já tem Vídeo, Gerenciador de Janelas e Som, falta só o <strong><span style="color: #993366;">navegador, pacotes multimídia e codecs</span></strong>, porém os codecs agora fazem parte do AUR, para instalar veja o item 3.</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S firefox mplayer gecko-mediaplayer xine-lib xine-ui libdvdread libdvdcss flashplugin jre network-manager-applet
</pre>
<p>OK, agora vamos alterar o <strong><span style="color: #993366;">rc.conf</span></strong> para iniciar alguns <strong><span style="color: #993366;">DAEMONS</span></strong> junto com o sistema, procure pela linha que contenha um vetor como esse:</p>
<pre class="brush: bash;">
DAEMONS=(syslog-ng dbus hal network netfs)
</pre>
<p>e adicione o dbus, hal e networkmanager, ficando assim</p>
<pre class="brush: bash;">
DAEMONS=(syslog-ng dbus hal network netfs dbus hal networkmanager)
</pre>
<p>Você pode incluir o GDM para iniciar junto com o sistema para pedir login, mas eu aconselho a colocar o sistema com o init 5 ao invés de usar essa gambiarra, <a href="http://wiki.archlinux.org/index.php/Display_Manager" target="_blank">veja aqui como fazer isso</a>.</li>
</ul>
</li>
<li>
<h2><strong><span style="color: #3366ff;">3-</span></strong><strong> Instalando pacotes do AUR</strong></h2>
<p>Bem, tudo que instalamos pelo pacman agora estavam nos repositórios CORE, COMUNITY e EXTRAS mas tem alguns pacotes que não se encontram nesses repositórios como os CODECS e o MINTMENU que é um menu mais interessante que o padrão do gnome:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/MintMenu.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-908" style="margin: 2px; border: 1px solid black;" title="MintMenu" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2010/03/MintMenu.png" alt="" width="864" height="540" /></a></p>
<p>Para utilizar o <strong>AUR</strong> é muito simples, para começar você precisa dos pacotes <strong>base-devel:</strong></p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -S base-devel
</pre>
<p>Faça o download do arquivo &#8216;<strong>TarBall</strong>&#8216; no AUR (<a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=2697" target="_blank">aqui</a>), descompacte-o e execute o seguinte comando dentro da pasta que contém o PKGBUILD:</p>
<pre class="brush: plain;">
makepkg
</pre>
<p>Feito isso, ele vai baixar os codecs, compilar e etc e criar um pacote para o <strong>pacman</strong>, agora é só instalar.</p>
<pre class="brush: bash;">
pacman -U codecs-xxx-Arquitetura.pkg.tar.gz
</pre>
<p>Caso você queira instalar o <strong>MintMenu</strong> faça o mesmo. <a href="http://aur.archlinux.org/packages.php?ID=26266" target="_blank">AUR MintMenu</a>.</li>
<li>
<h2><strong><span style="color: #3366ff;">4-</span></strong><strong> Observações</strong></h2>
<p>Nem todas as pessoas utilizam cabo para conectar a internet, no meu caso eu tinha um desktop, e não ia levá-lo para perto do roteador para instalar o Arch Linux, abaixo segue a dica de <strong><span style="color: #993366;">Como Configurar Internet sem Fio no Linux pelo Shell</span></strong>:</p>
<p>Primeiro verifique se sua interface de rede (wlan0) está de pé:</p>
<pre class="brush: bash;">
ifconfig wlan0 up
</pre>
<p>Bem.. se ela não estava levantada agora está! se algum erro acontecer verifique os drivers, firmware etc.<br />
Procure agora pelo nome do seu ESSID:</p>
<pre class="brush: bash;">
iwlist wlan0 scan
</pre>
<p>Certo tem o nome, já sabe da sua senha secreta agora vamos criar o arquivo de configuração com o <strong>WPA_SUPPLICANT</strong></p>
<pre class="brush: bash;">
wpa_passphrase Alexandre 123456 &gt; arquivoDeConfiguracaoDaRede.wlan
// Sintax: wpa_passphrase ESSID SENHA
</pre>
<p>Agora você já tem o arquivo de configuração do <strong>ESSID</strong> e senha vamos inicar sua conexão</p>
<pre class="brush: bash;">
wpa_supplicant -Dwext -iwlan0 -c arquivoDeConfiguracaoDaRede.wlan
</pre>
<p>O parâmetro &#8220;-D&#8221; especifica o driver, o &#8216;wext&#8217; normalmente vai servir para todos os casos.<br />
o parâmetro &#8220;-i&#8221; especifica a interface de rede no nosso caso &#8216;wlan0&#8242;<br />
e o -C o arquivo de configuração criado no passo anterior<br />
<strong><span style="color: #993366;">OBS2:</span></strong> Procure não instalar o <strong>GNOME</strong> e o <strong>XFCE</strong> juntos, tem alguns pacotes que se conflitam, o <strong>PACMAN</strong> sempre te avisará e perguntará se você deseja remover o outro. Por experiência pessoal eu já instalei os 2 e mesmo assim nunca tive problemas, mas é bom evitar.. no caso eu utilizo o XFCE para máquinas mais modestas, fora isso uso o GNOME ou KDE.</li>
</ul>
<p>Simples assim&#8230;. (ou não)</p>
<p>Abraços&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Usando o AWK. O que é? E para quer serve?</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2009/11/awk-o-que-e-e-pra-quer-serve/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2009/11/awk-o-que-e-e-pra-quer-serve/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:03:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[shell script]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodecodigos.info/?p=655</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;O nome awk não tem tradução, e consiste nas iniciais dos seus três autores, um dos quais é também co-autor de outra inguagem famosa: o C. O awk está disponível desde 1977, mas as versões disponíveis atualmente são mais recentes, datando da segunda metade da década de 80&#8220; Trecho Retirado do Br-linux Na verdade na]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-664" href="http://diariodecodigos.info/2009/11/awk-o-que-e-e-pra-quer-serve/awk/"><img class="aligncenter size-full wp-image-664" style="border: 1px solid black;" title="awk" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/11/awk.jpg" alt="awk" width="250" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>O nome awk não tem tradução, e consiste nas iniciais dos seus três autores, um dos quais é também co-autor de outra inguagem famosa: o C. O awk está disponível desde 1977, mas as versões disponíveis atualmente são mais recentes, datando da segunda metade da década de 80</em>&#8220;<span id="more-655"></span></p>
<p style="text-align: right;"><em>Trecho Retirado do Br-linux</em></p>
<p>Na verdade na maioria das distribuições hoje em dia você vai encontrar o <strong>gawk</strong>, um projeto GNU de implementação do verdadeiro <strong>AWK</strong>.</p>
<p>Muitos utilizam o awk como uma linguagem de programação, porém eu utilizo apenas para aproveita uma unica funcionalidade (por enquanto), editar arquivos manipulando campos separado logicamente por tabulação (ou utilizando um separador). É demasiadamente util e simples.</p>
<p>Vamos a exemplos:</p>
<p>Supondo que tenhamos o seguinte arquivo (<em>file1.txt</em>)</p>
<pre>bloco1    bloco2    bloco3
bloco1    bloco2    bloco3
bloco1    bloco2    bloco3
bloco1    bloco2    bloco3
bloco1    bloco2    bloco3</pre>
<p>Vamos usar o seguinte comando no arquivo <em>file1.txt</em>:</p>
<pre class="brush: bash;">
cat file1.txt | awk '{print $1}'
</pre>
<p>Iremos ter a seguinte saída:</p>
<pre>bloco1
bloco1
bloco1
bloco1
bloco1</pre>
<p>No comando anterior utilizamos o comando &#8220;<strong><em>cat</em></strong>&#8221; para mostrar a saída do arquivo &#8220;<strong><em>file1.txt</em></strong>&#8221; utilizamos o <strong><em>pipe</em></strong> | (barra em pé) para canalizar a saída do arquivo &#8220;<em><strong>file1.txt</strong></em>&#8221; para a entrada do comando do &#8220;<em><strong>awk</strong></em>&#8220;.</p>
<p>Comando &#8220;<em><strong>awk</strong></em>&#8220;, utilizamos o comando &#8216;<strong><em>print</em></strong>&#8216;  junto com a variável &#8216;<strong><em>$1</em></strong>&#8216;, nesse exemplos dizemos para imprimir a primeira coluna de cada linha do arquivo.</p>
<p>Se nós tivéssemos colocado a variável &#8216;<em><strong>$0</strong></em>&#8216; ele imprimiria toda a linha e o arquivo todo seria impresso.</p>
<blockquote><p><strong><em>Nota:</em></strong> ao invés de utilizar o pipe para canalizar a saída do comando cat, você poderia simplesmente executar: awk &#8216;{print $1}&#8217; file1.txt</p></blockquote>
<p>Agora nós queremos imprimir a primeira e a terceira coluna:</p>
<pre class="brush: bash;">
awk '{print $1  $3}' file1.txt
</pre>
<p>Output:</p>
<pre>bloco1 &amp; bloco3
bloco1 &amp; bloco3
bloco1 &amp; bloco3
bloco1 &amp; bloco3
bloco1 &amp; bloco3</pre>
<p>Agora podemos salvar a saída do awk em um arquivo (nesse caso saida.txt):</p>
<pre class="brush: bash;">
awk '{print $1 &quot; &amp; &quot; $3}' file1.txt  &amp;gt; saida.txt
</pre>
<p>Agora qual seria a utilidade disso? para muitas coisas&#8230;</p>
<p>minha principal finalidade em relembrar isso foi porque eu tinha um arquivo de texto com linhas indicando o caminho de outros arquivos e precisava deletar todos esses arquivos (linha por linha):</p>
<pre>./outlet2/classes/outlet/.svn
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletMapper.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletProxy.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/outletgen.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletConfig.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletQuery.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletProxyGenerator.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletConnection.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/Outlet.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/Collection.php.svn-base
./outlet2/classes/outlet/.svn/tmp/text-base/OutletCollection.php.svn-base
./outlet2/classes/.svn
./outlet2/docs/.svn
./outlet2/docs/.svn/tmp/text-base/outlet.docbook.svn-base
./outlet2/docs/.svn/tmp/text-base/config.xsl.svn-base
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn/tmp/text-base/outlet-config.php.svn-base
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn/tmp/text-base/config.php.svn-base
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn/tmp/text-base/outlet-config.xml.svn-base
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn/tmp/text-base/index.php.svn-base
./outlet2/samples/tasks/docroot/.svn/tmp/text-base/test.sq3.svn-base
./outlet2/samples/tasks/classes/.svn
./outlet2/samples/tasks/classes/.svn/tmp/text-base/User.php.svn-base
./outlet2/samples/tasks/.svn
./outlet2/samples/.svn
./outlet2/.svn
./outlet2/.svn/tmp/text-base/LICENSE.svn-base
./outlet2/.svn/tmp/text-base/INSTALL.svn-base
./outlet2/.svn/tmp/text-base/RELEASE.svn-base
./outlet2/unit-tests/simpletest/docs/en/.svn
......................................... e muito mais........................</pre>
<p>E eu não ia dar um <strong>delete</strong> em cada arquivo! a solução?</p>
<pre class="brush: bash;">
cat caminhos.txt | awk '{print &quot;rm -drv &quot; $1}' &gt; svn-delete.sh
</pre>
<p>Pronto! agora foi só ter o trabalho de executar 1 comando (executar o shell script =)</p>
<pre class="brush: bash;">
./svn-delete.sh
</pre>
<p>P.S.: Para procurar arquivos no <em>shell</em> do linux utilizei o comando &#8220;<em><strong>find</strong></em>&#8220;, para obter o resultado de todos os arquivos e pastas que continham &#8220;<strong>.svn</strong>&#8221; no nome:</p>
<pre class="brush: bash;">
find . -iname *.svn* &gt; svn-delete-NEW.sh;
</pre>
<ul>
<li>&#8220;<strong>find</strong>&#8221; -&gt; comando para procurar</li>
<li>&#8220;<strong>.</strong>&#8221; -&gt; caminho aonde ele deve procurar os arquivos o . (ponto solitário) quer dizer para procurar no diretório que estou.</li>
<li>&#8220;<strong>-iname *.svn*</strong>&#8221; -&gt; procurar por todos os arquivos que tenham &#8220;<strong><em>.svn</em></strong>&#8221; no meio</li>
<li>&#8220;<strong>&gt; svn-delete.sh</strong>&#8221; -&gt; joga a saída do comando para o arquivo &#8220;<strong><em>svn-delete</em></strong>&#8220;</li>
</ul>
<p>Imagine se eu só utilizasse o explorer.exe =D</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dica: Vim no ubuntu</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2009/08/dica-vim-no-ubuntu/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2009/08/dica-vim-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 01:49:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodecodigos.info/?p=302</guid>
		<description><![CDATA[Sim, eu não suporto o ubuntu com aquele marrom cocô! mas eu precisei dele, estava com muitos pacotes novos no Arch Linux e isso estava me deixando meio fora do barco, incompatibilidade e alguns bugs inexplicáveis em alguns pacotes. Não confundam, o Arch é maravilhoso, excelente sistema, mas como todo bom sistema ele é apenas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-343" title="VIM" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/08/VIM2.jpg" alt="VIM" width="299" height="153" />Sim, eu não suporto o ubuntu com aquele marrom cocô!</p>
<p>mas eu precisei dele, estava com muitos pacotes novos no <em>Arch Linux</em> e isso estava me deixando meio fora do barco, incompatibilidade e alguns bugs inexplicáveis em alguns pacotes.</p>
<p>Não confundam, o <em>Arch</em> é maravilhoso, excelente sistema, mas como todo bom sistema ele é apenas um palco para os softwares e os pacotes nele estavam muito atualizados.</p>
<p><span id="more-302"></span>Conclusão eu precisava de pacotes mais estáveis!</p>
<p>Instalei o <em>ubuntu 9.04</em> mas fiquei com um <em>vi</em> (na verdade é o vim) ruizinho de mais, quando eu apertava a seta para cima aparecia um &#8220;A&#8221;, para baixo um &#8220;B&#8221;, apertava  backspace ele simplesmente não apagava, isso quando não transformava o caracter anterior em caixa alta, ihhh, isso tava me irritando sério.</p>
<p>Para corrigir isso edite o arquivo &#8220;<em>/etc/vim/vimrc.tiny</em>&#8221; comente a linha</p>
<pre class="brush: bash;">&quot;set compatible</pre>
<p>adicionado um &#8221; (aspas) no comeco (ate agora meu cedilha está ruim no ubuntu, ainda não tive tempo corrigir)  agora adicione as duas seguintes linhas:</p>
<pre class="brush: bash;"> set backspace=start,eol,indent
set nocompatible</pre>
<p>Agora sim, você se sentirá melhor, mas pra quem veio do Arch Linux que tem um <strong>vi</strong> com sintaxes coloridas e etc. está mimado de mais pra continuar com aquele<strong> vi</strong> sem graca (cedilha)! bem isso porque o <strong>vi</strong> que vem por default no ubuntu é uma versão minimalista dele e agora você vai ter que rodar instalar o <strong>VI</strong> completo!</p>
<pre class="brush: bash;">apt-get install vim</pre>
<h3>Edit &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</h3>
<p>No Debiam instale o <strong>Vim</strong> com apt-get e depois:</p>
<pre class="brush: bash;">
cp /usr/share/vim/vim71/vimrc_example.vim ~/.vimrc
</pre>
<p>Pronto, seja feliz!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mono: C# no Linux</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2009/07/mono-c-no-linux/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2009/07/mono-c-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 19:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[.NET]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[C#]]></category>
		<category><![CDATA[Mod_mono]]></category>
		<category><![CDATA[Mono]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodecodigos.info/?p=226</guid>
		<description><![CDATA[O que é o Projeto Mono? Em resposta simples, é uma implementação open source da plataforma .NET baseado nos padrões ECMA para a linguagem C# O que é ECMA? Empresa fundada em 1961, dedicada a padronização de informações e comunicação de sistemas -&#62; http://www.ecma-international.org/ Resumindo para os amantes do linux, o projeto Mono é o]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-360" style="border: 1px solid black;" title="mono" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/07/mono.gif" alt="mono" width="550" height="57" /></p>
<p><strong>O que é o Projeto Mono?</strong></p>
<p>Em resposta simples, é uma implementação open source da plataforma .NET baseado nos padrões  ECMA  para a linguagem C#</p>
<p>O que é ECMA? Empresa fundada em 1961, dedicada a padronização de informações e comunicação de sistemas -&gt; http://www.ecma-international.org/</p>
<p>Resumindo para os amantes do linux, <strong>o projeto Mono é o C# para Linux</strong>!</p>
<p><span id="more-226"></span>Isso pode acontecer porque diferentemente do Visual Basic a Microsoft padronizou o C#, linguagem criada por Anders Hejlsberg, criador também do Turbo Pascal e Delphi.</p>
<p><strong><br />
Download do Mono</strong></p>
<p>Você encontra todos os <a href="http://ftp.novell.com/pub/mono/sources-stable/" target="new">pacotes source aqui</a>, mas muito provavelmente você já terá nos repositórios de sua distro os pacotes pré compilados.<br />
<strong><br />
Compiladores</strong></p>
<p>Existe 3 compiladores no projeto mono:</p>
<p><em>mcs</em> -&gt; Usado para compilar códigos do framework .Net 1.1, implementa C# 1.0 e partes do 2.0 e 3.0<br />
<em>gmcs</em> -&gt; Compila códigos do framework .Net 2.0 e tem total implementação do C# 3.0<br />
<em>smcs</em> -&gt; Usado para compilação  para a plataforma Silverlight/Moonlight</p>
<p>Todos os fontes devem possuir a extensão &#8220;.cs&#8221;, caso contrário o compilador mostrará uma mensagem de erro, ao compilar o seu código ele vira um arquivo com a extensão &#8220;.exe&#8221;, que você pode executar dentro do próprio Linux usando o comando &#8220;mono&#8221;<br />
<strong><br />
Exemplos:</strong></p>
<pre class="brush: csharp;">
using System;

public class HelloWorld
{
static public void Main ()
{
Console.WriteLine (&quot;Mono Olá Mundo&quot;);
}

}
</pre>
<p>Para compilar:</p>
<pre class="brush: bash;">
$ mcs hello.cs
</pre>
<p>Ou troque o <em>mcs</em> pelo <em>gmcs</em>, agora para executar você já deve ter adivinhado né?</p>
<pre class="brush: bash;">
$ mono hello.exe
</pre>
<p>Simples assim. O c# também pode usar a <em>biblioteca GTK</em> para criar o front-end, exemplo segue abaixo:</p>
<pre class="brush: csharp;">
using Gtk;
using System;

class Hello {

static void Main()
{
Application.Init ();

Window window = new Window (&quot;titulo da Janela&quot;);
window.Show();

Application.Run ();

}
}
</pre>
<pre class="brush: bash;">
$ gmcs hello.cs -pkg:gtk-sharp-2.0
$ mono hello.cs
</pre>
<p>O compilador por padrão só referência três assemblies: <em>mscorlib.dll</em>, <em>System.dll</em> e <em>System.XML.dll</em><br />
Para referenciar bibliotecas extras, nós teremos que especificar manualmente como fizemos a cima, usando o &#8220;-pkg:&#8221;, você pode pegar todas as bibliotecas do System, por exemplo: &#8220;-pkg:dotnet&#8221;</p>
<p>Para a sua surpresa, o Mono também compila e executa códigos que utilizam <em>Windows Form</em>, segue outro exemplo:</p>
<pre class="brush: csharp;">
using System;
using System.Windows.Forms;

public class HelloWorld : Form
{
static public void Main ()
{
Application.Run (new HelloWorld ());
}

public HelloWorld ()
{
Text = &quot;Mono Olá Mundo&quot;;
}
}
</pre>
<pre class="brush: bash;">
gmcs hello.cs -pkg:dotnet
mono hello.exe
</pre>
<p>O Mono também tem uma IDE de desenvolvimento chamada MonoDevelop, muitíssimo interessante, e bastante fácil de utilizar:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-227" title="MonoDevelop" src="http://diariodecodigos.info/wp-content/uploads/2009/07/MonoDevelop.jpg" alt="MonoDevelop" width="404" height="272" /></p>
<p>Existe também o Mono para Web,  é um módulo para o Apache chamado &#8220;Mod_mono&#8221;, para a o suporte ASP.NET em servidores Linux, mas isso vai além da nossa introdução, para mais acesse <a href="http://mono-project.com/Mod_mono" target="_blank">http://mono-project.com/Mod_mono</a></p>
<p><strong>Dica</strong></p>
<p>Para finalizar, você também pode ter um ambiente Linux já preparado e totalmente integrado com o Mono, seja para o Desenvolvimento, Worksatation ou Servidores (Mod_mono), utilize o Suse do qual é da Novell e o Projeto Mono também é da Novell, legal isso né?</p>
<p>Suse Linux Enterprise Server Mono Extension -&gt; <a href="http://www.novell.com/products/mono/" target="_blank">http://www.novell.com/products/mono/</a><br />
Suse Linux Enterprise Desktop -&gt; <a href="http://www.novell.com/products/desktop/" target="_blank">http://www.novell.com/products/desktop/</a></p>
<p><strong>Links</strong></p>
<p><a href="http://mono-project.com/Main_Page" target="_blank">http://mono-project.com/Main_Page</a> -&gt; <em>Página Oficial do Projeto</em><br />
<a href="http://mono-project.com/Start" target="_blank">http://mono-project.com/Start</a> -&gt; <em>Página com uma coleção de informações para quem está começando</em><br />
<a href="http://www.go-mono.com/docs/" target="_blank">http://www.go-mono.com/docs/</a> -&gt; <em>Documentação de Bibliotecas do Mono</em><br />
<a href="http://mono-project.com/Guide:_Porting_Winforms_Applications" target="_blank">http://mono-project.com/Guide:_Porting_Winforms_Applications</a> -&gt; <em>Guia de portabilidade de Projetos para o Mono</em><br />
<a href="http://monodevelop.com/" target="_blank">http://monodevelop.com/</a> -&gt; <em>Página da IDE MonoDevelop</em></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dica: Fazendo CHROOT no Linux</title>
		<link>http://diariodecodigos.info/2009/07/dica-fazendo-chroot-no-linux/</link>
		<comments>http://diariodecodigos.info/2009/07/dica-fazendo-chroot-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 17:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[chroot]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diariodecodigos.info/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[o que é CHROOT? &#8220;O comando Chroot permite transformar um diretório no seu diretório raiz atual, num console&#8221; ou seja, você pode ter uma distro instalada em uma partição, por exemplo o slackware, e ter o Arch Linux em outra partição, você mesmo tendo feito o boot no slackware, pode fazer o chroot para ter]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>o que é CHROOT</strong>?</p>
<p>&#8220;O comando Chroot permite transformar um diretório no seu diretório raiz atual, num console&#8221;</p>
<p>ou seja, você pode ter uma distro instalada em uma partição, por exemplo o slackware, e ter o Arch Linux em outra partição, você mesmo tendo feito o boot no slackware, pode fazer o chroot para ter o Arch Linux dentro de um shell no Slackware!<br />
<span id="more-200"></span></p>
<p>Você por acaso já instalou o linux, quando se viu precisar instalar o windows em outra partição e perdeu o grub na MBR?</p>
<p>A melhor solução para esse caso seria reinstalar o seu lindo Linux?  Claro que não né!</p>
<p>Digamos que você tenha qualquer Live-CD por perto, um Ubuntu-ling já serve, com ele você pode ter acesso seu ambiente linux que está instalado no HD,  fazendo o <strong>CHROOT</strong>!</p>
<p>Dentro do seu ambiente linux,  instalado no HD estará o seu grub.conf, agora você pode executar o:</p>
<pre class="brush: bash;"># grub-install /dev/sda</pre>
<p>modificando o <strong>sda</strong> pela sua unidade de disco, e voltar à ter seu grub na MBR novamente.</p>
<p>Esses são só alguns exemplos, do que se pode fazer com o chroot (change root) agora vamos executar o <strong>chroot</strong>?</p>
<p><strong>1-</strong> Crie uma pasta no /mnt e monte seu disco lá:</p>
<pre class="brush: bash;"># mkdir /mnt/sda1</pre>
<p><strong>2-</strong> Monte sua unidade de disco nessa pasta:</p>
<pre class="brush: bash;"># mount /dev/sda1 /mnt/sda1</pre>
<p><strong>3-</strong> Agora monte seu sistema de arquivos proc e dev dentro do seu linux instalado no hd:</p>
<pre class="brush: bash;">
# mount -t proc none /mnt/sda1/proc
# mount -o bind /dev /mnt/sda1/dev
</pre>
<p><strong>4- </strong>Faça o chroot:</p>
<pre class="brush: bash;"># chroot /mnt/sda1 /bin/bash</pre>
<p>Pronto, se você executar um &#8220;<strong>ls</strong>&#8221; verá que está dentro do diretório <strong>/</strong> que no caso é do seu antigo linux instalado no HD, agora se divirta ou quebre a cabeça para recuperar algo.</p>
<p>OBS: Para ter acesso a internet dentro do seu sistema paralelo com o chroot é preciso configurar o seu DNS (/etc/resolv.conf)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>

